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Retardoesteróide 50ml

Cód. do Produto: 149

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Indicado para bovinos, equídeos, cães e gatos, nas inflamações causadas por infecções, alergias, traumatismos e outras etiologias. Em bovinos é indicado também na cetose.

VALIDADE DO PRODUTO:11/18

 

R$ 24,99
3 x R$ 8,33 sem jurosver parcelas
QUANTIDADE

FICHA TÉCNICA DE PRODUTO VETERINÁRIO

 

FÓRMULA QUALI-QUANTITATIVA

Cada 100 mL contém:

Acetonido de triancinolona…..0,2 g

Veículo q.s.p. …..100 mL

 

FORMA FARMACÊUTICA

Suspensão aquosa injetável.

 

INDICAÇÕES

Para bovinos, equídeos, cães e gatos, nas inflamações causadas por infecções, alergias, traumatismos e outras etiologias. Em bovinos é indicado também na cetose.

 

POSOLOGIA E MODO DE USAR

Administrar o produto através de injeção intramuscular ou intra-articular.

 

Equinos: 0,01 a 0,02 mL de RETARDOESTERÓIDE por kg de peso corporal em dose única (faixa de 6 a 10 mL do produto por animal).

 

Cães e gatos: 0,05 a 0,10 mL de RETARDOESTERÓIDE por kg de peso corporal em dose única. A remissão pode se dar ao fim de 5 a 15 dias. Se os sintomas persistirem, pode-se repetir a dose.

 

Vacas leiteiras: para tratamento da cetose, por via intramuscular, administrar uma dose única de 10 mL de RETARDOESTERÓIDE por animal. Se não houver resposta em 24 horas, reconsiderar o diagnóstico. Em alguns animais, os sintomas retornam em um intervalo de 4 a 40 dias após o tratamento. Nestes casos, repetir a dose.

 

Via intra-articular ou intra-sinovial (em artrites):

 

Equinos: 3 a 9 mL de RETARDOESTERÓIDE em dose única. A dose poderá ser repetida 3-4 dias após, se houver necessidade.

 

Cães e gatos: 0,5 a 1,5 mL de RETARDOESTERÓIDE em dose única. A dose poderá ser repetida 3-4 dias após, se for necessário.

 

PRECAUÇÕES

Agitar o produto antes de usar. Não administrar uma terapia concomitante com outros corticosteróides em caso de existirem enfermidadees infecciosas ou com antiparasitários específicos. Preparar a área de injeção assepticamente, antes da aplicação, principalmente em aplicações intra-articulares. Neste caso, evitar a injeção em grandes vasos sanguíneos, nervos ou tecidos moles que circundam a articulação.

 

CONTRAINDICAÇÕES

Não administrar em animais com infecções bacterianas sem antibioticoterapia concomitante. Não administrar em infecções fúngicas ou virais, insuficiência hepática e/ou renal, insuficiência cardíaca congestiva, osteoporose e fraturas ósseas, “diabetes mellitus”, enfermidades degenerativas oculares e/ou úlcera de córnea e hiperadrenocorticismo (Síndrome de Cushing). Não administrar em animais submetidos a tratamentos imunológicos. Importante: neste caso, somente o veterinário poderá estabelecer uma terapia de emergência, se julgar necessário.

 

INCOMPATIBILIDADES E INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Não administrar juntamente com:

 

– antidiabéticos: a ação hiperglicemiante dos corticóides pode anular o efeito da primeira medicação;

 

– barbitúricos: por via parenteral pode causar uma perda de eficácia terapêutica dos corticóides;

 

– diuréticos depletores de potássio: podem causar uma importante hipocalemia com o consequente risco de manifestações patológicas cardíacas e musculares;

 

– indometazina: administrado por via parenteral, pode causar um aumento da incidência das alterações gastrintestinais e, especialmente, de úlcera péptica;

 

– salicilatos: podem causar uma diminuição plasmática dos salicilatos. Ademais, podem ser potencializados os efeitos nocivos sobre a mucosa gástrica;

 

– anti-histamínicos: aumentam a degradação da triancinolona.

 

RESTRIÇÕES DE USO

Não administrar em fêmeas leiteiras produzindo leite para consumo humano.

 

Não administrar em fêmeas gestantes durante o último terço de gestação, pois pode causar um parto prematuro seguido de distocia, morte fetal, retenção de placenta e metrite.

 

A produção leiteira dos animais em período de lactação pode diminuir temporariamente com a administração de trinacinolona.

 

Não administrar em equinos cuja carne seja destinada ao consumo humano.

 

EFEITOS SECUNDÁRIOS

Em casos de infecções, os sintomas (febre, inapetência, etc.) podem ser mascarados. Diminui as defesas orgânicas, predispondo o animal mais facilmente a infecções bacterianas. Provoca retardamento na cicatrização de feridas. Pode produzir debilidade da musculatura estriada. Em cães e gatos pode causar um aumento das enzimas fosfatase alcalina e transaminase glutâmico pirúvica (TGP), perda de peso, anorexia, diarréias (às vezes sanguinolenta), vômitos, polidipsia e poliúria. Podem ser observadas também euforia e algumas alterações no comportamento do animal. Em equinos, uma dose superior a 5 mg/animal pode causar letargia, que pode ser revertida em 24 horas. Em alguns casos, pode originar-se laminite. Em todas as espécies de destino a administração intra-articular pode produzir dor, além de outros sintomas locais antes de se conseguir o resultado.

 

SOBREDOSIFICAÇÃO

O uso prolongado da dose recomendada durante semanas ou meses e a interrupção brusca do tratamento com triancinolona causa atrofia das glândulas adrenais (hipoadrenocorticismo secundário de origem medicamentosa, sobretudo em gatos). Neste caso, deve-se interromper o tratamento progressivamente e administrar ACTH em doses intermitentes. O uso prolongado do produto aumenta o risco de osteoporose e de fraturas ósseas, principalmente em animais velhos, devido a alta excreção de cálcio nas fezes. O uso prolongado da especialidade, assim como o emprego de altas doses, promovem ganho de peso, retenção de sódio, retenção de fluidos, perda de potássio, aumento da degradação protéica e sua conversão em carboidratos (hiperglicemia) com conseqüente balanço negativo de hidrogênio. A excessiva perda de potássio e a retenção de fluidos deverão ser tratados com a administração de potássio e de diuréticos. A hiperglicemia deverá ser tratada com hipoglicemiantes orais. Pode causar adelgaçamento da pele e alopecia.

 

PERÍODO DE CARÊNCIA

Abate: O abate dos animais tratados com este produto somente deve ser realizado 21 dias após a última aplicação.

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